Não me recordo a hora, o local e muito menos o quem, mas desde sempre me ficou a expressão "Nós somos as escolhas que fazemos". E se o ser é complicado, saber porque se o é ainda mais. A verdade é que não gosto de escolhas definitivas, não gosto do sempre nem do nunca. Não sei quem teve a triste ideia de inventar estas palavras de ilusão. Nada é definitivo, mas há decisões mais definitivas que outras. É tentador e estupidamente simples fazer o que nos apetece, quando nos apetece e para os outros verem. Poupa-nos o trabalho de pensar no que quer que seja e permite-nos imputar causa alheia, caso algo não corra bem. Seja o calor do momento, o álcool, porque o outro queria ou qualquer outra desculpa, estamos sempre safos. Se não paramos para pensar no que somos porque haveremos de parar para pensar no porque de querer? A verdade é que sabê-lo é libertador e assustador....para os outros! Aprendi que as pessoas não querem e muito menos gostam da verdade. Preferem viver na ilu...