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“Já pensei em deixar de ser feliz para ser normal” e “tudo é o melhor que me podia acontecer”. Duas frases que se aplicadas à vida pimba...deixávamos de precisar de grandes filosofias e livros ridículos sobre aquela coisa que todos querem mas poucos alcançam...a felicidade! Agradeçam...já vos fiz poupar uns trocos para o álcool !!
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Piscas Felizes!

Minha gente os piscas devem das coisas mais mal-amadas deste pais, é que ninguém pega neles! Eu sei que os carros tem muitas manetes, o que pode causar alguma confusão, especialmente em tempo de chuva. Que conduzir é uma actividade que requer muita perícia e atenção, tanto que ninguém pega no telemovel a conduzir. E também sei que som dos piscas nos transportam para um episódio a lá macgayver, com o perigo eminente de uma bomba a rebentar!!  Mas confiem em mim, os piscas são inofensivos. O segredo é: Primeiro comecem a utilizar sem medo e sem pressão e quando se sentirem seguros e confiantes expandam a sua utilizacao. Assim com  uma especial atenção às rotundas. Por isso este Natal façam um par de piscas felizes, usem e abusem deles!

Vamos sendo-nos...

Não me recordo a hora, o local e muito menos o quem, mas desde sempre me ficou a expressão "Nós somos as escolhas que fazemos". E se o ser é complicado, saber porque se o é ainda mais. A verdade é que não gosto de escolhas definitivas, não gosto do sempre nem do nunca. Não sei quem teve a triste ideia de inventar estas palavras de ilusão. Nada é definitivo, mas há decisões mais definitivas que outras. É tentador e estupidamente simples fazer o que nos apetece, quando nos apetece e para os outros verem. Poupa-nos o trabalho de pensar no que quer que seja e permite-nos imputar causa alheia, caso algo não corra bem. Seja o calor do momento, o álcool, porque o outro queria ou qualquer outra desculpa, estamos sempre safos. Se não paramos para pensar no que somos porque haveremos de parar para pensar no porque de querer? A verdade é que sabê-lo é libertador e assustador....para os outros!  Aprendi que as pessoas não querem e muito menos gostam da verdade. Preferem viver na ilu...

Será que custa muito....

Não ocupar a faixa do meio quando a da esquerda está livre, Dar uso às palavras bom dia, obrigada, com licença e se faz favor, Ter respeito pelos empregados de mesa, Segurar a porta para a pessoa que vem a seguir passar, Sorrir quando existe contacto visual, mesmo que seja um desconhecido, Ter noção que existem outras pessoas na rua para além de nós, Ser empático só porque sim, Ter respeito pelo trabalho alheio seja ele qual for,

Cúmulos...

Existem dois tipos de pessoas no mundo. Os gênios e os não gênios. Os gênios são aqueles seres inspirados por tudo e a toda a hora. Os não gênios são aqueles que tem acesso a esta genialidade, apenas e só naqueles momentos a que chamamos "rasgos de inspiração". São muito fáceis de detectar porque geralmente faz-se ouvir um "elah mas como é que fizeste isso?". E depois...existo eu, inspirada quando calha e no banho! Ora estava eu no ginásio, a um domingo de manhã, apenas e só para tomar banho e comecei a pensar senão estaria a encarnar um dos maiores cúmulos da história, o cúmulo da preguiça e entrei em modo memórias. É que nos anos 80 fazer batalhas de cúmulos e coleciona-los num caderno para não escaparem era o equivalente às batalhas de gostos do facebook! E o que é uma piada de cúmulo? É algo que de de tão absurdo que é excede  aquilo que fica bem admitir, e só por isso tem piada. É uma coisa do género:  Qual é o cúmulo do ridículo? R: Os políticos de ...

O porquê das coisas....

Hoje deparei-me com a tentativa falhada de um que em tempos foi o meu blog e talvez porque acabei de ler o Why do Simon Sinek comecei a pensar no porquê da sua existência. Concluí que escrever não está em mim, não é algo que considere executar com perfeição e muito menos uma necessidade. É uma forma de aliviar o meu medo, o meu medo de esquecer! A memória é tudo menos infinita. É selectiva, distorcida e altamente influenciável com o presente que condiciona o futuro. É engraçado como estas três realidades que teimamos compartimentar como se de água e ácido se tratasse, se mesclam de forma tão imperceptível que quase parecem a santíssima trindade. A memória é engraçada, contamos com ela para tudo. Seja para a lista de compras, seja para sentimentos, pessoas, situações sem as quais nós não seríamos nós. A memória, as nossas memórias, a nossa memória faz de nós quem somos, quem achamos que somos e quem um dia vamos  ser. A minha memória não é de confiança. Tende a alterar os ...